quinta-feira, 1 de maio de 2014

A SOBERANIA DE DEUS E A RESPONSABILIDADE DO HOMEM

A SOBERANIA DE DEUS E A RESPONSABILIDADE DO HOMEM
Rm.9:1-33
Os capítulos 9-11 são escritos para dar resposta a algumas perguntas com relação às promessas de Deus haja vista o que Paulo ensinava.  
I. A SOBERANIA NÃO EXTINGUE A RESPONSABILIDADE.
1. Se Paulo é enviado de Deus porque os israelitas não ouvem a sua mensagem? (v1-6)
            Paulo responde apontando para a soberania de Deus e para a responsabilidade do homem (v2,3).
a.       Não posso ser anátema, pois sou eleito (v3)
b.      Sinto profundamente por não crerem (v3)
c.       Este meu sentimento não é mentiroso (v1)
2. Paulo os reconhece como herdeiros legítimos da promessa (v4-6)
a.       Adoção
b.      A glória
c.       As alianças
d.      A legislação
e.       O culto
f.       As promessas
g.      Os patriarcas
h.      O Cristo
Mas, ainda assim precisam se arrepender (3:10-12; 1:16). Então a pergunta é: as promessas falharam?
II. A PROMESSA DE DEUS NÃO FALHA. (v6-19)
a.      As promessas devem ser interpretadas na ótica de Deus. (6-13)
V6 “[...] nem todos os de Iarael são, de fato, israelitas”
As promessas se cumpriram nos filhos da promessa (v8) e estes são os que Deus elegeu segundo sua soberana vontade (v11-13)
Augustus Nicodemos observa que de certa forma o fracasso de Israel é a soberania de Deus (v15, 16). Por outro lado seu fracasso é atribuído a quebra da lei (cap.2:17-24).
Ainda observa o Dr. Augustus “a misericórdia não é algo que merecemos e sim que Deus soberanamente nos concede”

b.      A misericórdia de Deus é livre. (v14-18)
Isto não é injusto da parte de Deus haja vista que todos estão perdidos (3:23; 6:23). E só crerão segundo a ação soberana do Espírito de Deus.
III. A SOBERANIA DE DEUS DEFINE O DESTINO DO HOMEM.
a.       Destina os vasos de ira para a perdição (v19-22)
Há vasos para honra e para desonra. Vasos de ira e de misericórdia. Os vasos de ira são para a perdição (Rm.2:5)
“Mas, segundo a tua dureza de coração impenitente, acumulas contra ti mesmo ira para o dia da ira e da revelação dos justos juízos de Deus”                 
Esta é a vontade de Deus e isto ocorre porque tais homens não são alcançados pela misericórdia e de livre vontade “tropeçam na pedra de tropeço” (v31,32).
b.      Destina os vasos de misericórdia para a salvação. (v23)
Estes vasos de misericórdia não estão apenas na nação de Israel, mas são todos os que dependem da graça adquirida pela fé (v24,30,33).

Conclusão: As promessas de Deus não falham. Elas alcançam com vida apenas aqueles que devem ser alcançados para a vida. E destina a morte os que estão destinados para a morte. Nossa responsabilidade diante disto é entender que estando esta decisão oculta em Deus sendo revelada apenas aos que crêem sejamos instrumentos da proclamação da boa nova a todos os homens. 

 veja mais no item doutrinas

sexta-feira, 25 de abril de 2014

PRINCÍPIOS QUE ESTABELECEM UMA ORAÇÃO SENSATA

PRINCÍPIOS QUE ESTABELECEM UMA ORAÇÃO SENSATA
Lc.18:1-14
Mesmo sabendo que precisamos ser constantes em nossa vida de oração falhamos. A fim de podermos ser contínuos no propósito de orar, desejo apresentar a luz deste texto pelo menos três princípios que certamente nos ajudarão.
I- TER UM FIRME PROPÓSITO (18:1-8)
a)      Resistindo aos ataques do desânimo (v2-5)
Orar é um dever do cristão (v1)
É o princípio que nos mantém de pé (Mt.26:40,41)
b)      Mantendo o hábito de orar (18:7)
“Perseverar em oração exige fé” (J.C.Ryle)
Não se apresse em sua oração (I Ts.5:17)
Desfrute do cuidado divino (Lc.18:7a e 8a)
II- ORE COMO CRISTÃO (Lc.18:9-14)
a)      Abandone a justiça própria (v9-12)
Procure conhecer você mesmo (Tg.3:12)
Entenda que o padrão é Deus e não o homem
III- DEPENDA DE DEUS (18:13,14)
            Cinco aspectos da oração do publicano devem ser destacados pois demonstram sua dependência de Deus.
a)      Sua oração foi uma petição genuína
b)      Sua oração foi pessoal
c)      Sua oração foi humilde
d)     A misericórdia foi desejada
e)      Foi uma oração proveniente de seu coração

Em fim chegamos a conclusão de que Deus deseja de nós muito mais que sacrifício (Sl.51:17)

quarta-feira, 9 de abril de 2014

INFLUENCIADOS POR CONVICÇÃO DE FÉ

INFLUENCIADOS POR CONVICÇÃO DE FÉ
At.18:18-23
Do cap.18:18 – 20:38 temos uma cobertura do final da segunda viagem missionária de Paulo e de sua terceira viagem. Neste período da vida do apóstolo, pude aprender que influência benéfica é aquela que ocorre através de convicção e não por meros sentimentos. Isto parece um paradoxo, mas deixe-me explicar melhor.
Influenciar significa exercer uma ação sobre outra pessoa a fim de conduzi-la a aceitar ou realizar algo. Há pelo menos duas formas legais para exercermos esta influência: 1º) através de chantagens emocionais. E aqui o princípio norteador são os sentimentos. 2º) é através de princípios que norteiam a vida de alguém. Neste caso o que vale é o bom exemplo.
   A igreja brasileira precisa destes bons exemplos. Precisamos de princípios que norteiem nossas vidas e nos conduzam a viver de forma integra nossa vida cristã. Desejo utilizar-me do exemplo encontrado em Paulo do Cap.18:18 – 20:38 deste livro a fim de que sejamos influenciados por uma intensa convicção de fé
 
I- Influência benéfica é marcada por seriedade e responsabilidade. (At. 18:18-28)
a                     Esta seriedade é vista em ações que glorificam a Deus (At.18:18-26)
Paulo influencia Priscila e Áquila, e estes, movidos pela convicção que fora plantada em seus corações influenciam Apolo (At.18:24-26). Esta é a influência que carecemos. Uma influência que nos motive a motivar a outros. Para tanto precisamos:

b            Reconhecer a importância do próximo
Isto implica em delegar confiança (At.18:19). Em ter muito claro o norte para o qual caminhamos, implica em viver em unidade como corpo de Cristo. Implica em ter seriedade como igreja.
Acredito que precisamos orar a Deus clamando por um avivamento que nos desperte para a responsabilidade de influenciar nossa geração. Mas primeiro precisamos clamar por um avivamento que nos abata diante de Deus e nos mostre claramente nossas falhas. Pois certamente isto redundará em louvores ao nosso Deus.
At.18:25,26 Apolo era instruído no caminho do Senhor; e, sendo fervoroso de espírito, falava e ensinava com precisão a respeito de Jesus [...] Ouvindo-o Priscila e Áquila, tomaram-no consigo e, com mais exatidão, lhe expuseram o caminho de Deus.       
 Precisamos de um avivamento que desperte o senso de cuidado com o próximo (At.18:18,19a, 25,26)
O resultado disto é que Deus será honrado por nosso trabalho e vidas certamente serão influenciadas a viver como vivemos.
II- O ministério de Paulo exalava as características de um real avivamento.
(At.19:1-20)
a                        O avivamento é causado por um claro conhecimento da salvação (19:1-7)
Os doze discípulos de João Batista creram no batismo de arrependimento ministrado por João (At.19:3). Este batismo apontava para o futuro, para a esperança de que o Messias os restauraria por completo batizando-os com o Espírito Santo (Mt.3:11). Nada conheciam a respeito do derramamento do Espírito ocorrido no Pentecoste, e precisavam aprender sobre a salvação pela graça.
Deixe-me chamar sua atenção com as seguintes perguntas: Você tem certeza de sua salvação? O que você conhece a respeito da vida eterna?
Permita-me informá-lo que sem Cristo todo homem está perdido (At.19:4; 4:12; Jo.3:16) quando depositamos nossa esperança em Cristo somos selados com o seu Santo Espírito e destinados a Vida eterna.
Falando de vida eterna permita-me informá-lo que só a dois caminhos um que nos leva a vida e outro que nos leva a morte. (Rm.3:23; 6:23; Jo.14:6). Só a salvação em Cristo esta é a grande verdade expressa pela Bíblia. Não há avivamento sem que haja claro conhecimento da salvação por intermédio de Cristo.


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

1. A BÍBLIA SAGRADA.

Esboço Doutrinário (Pr. Joziran Vieira)
1. A BÍBLIA SAGRADA.
a)      Alvos deste estudo.
Ø  1º) Conhecer a Deus na essência de sua revelação aos homens.
Se quisermos conhecê-lo de verdade, temos que depender daquilo que ele revela sobre si mesmo.
Revelação geral (Sl.19:1; Rm.1:19,20; At.14:17).
Esta forma de Deus revelar-se torna todos os homens indesculpáveis diante de Dele.
Cuidado fuja do panteísmo.
Revelação específica
     A Bíblia e o Próprio Cristo
Ø  2º) Ser modificados através do que aprenderemos.
Nem todo aquele que conhece a vontade de Deus conhece Deus. Mas, todo aquele que conhece a Deus deve também conhecer a sua vontade. Que Ele seja misericordioso conosco nos conduzindo ao conhecimento, mas também quebrantamento. Que a Santa Palavra gere em nós uma vida mais santa e um intenso desejo de servir ao Todo Poderoso “em Espírito e em verdade”

1.1  DEFINIÇÃO DA PALAVRA BÍBLIA.
A primeira pessoa a usar esse termo para designar a Escritura Sagrada foi João Crisóstomo, no IV século. No entanto este termo não aparece na Sagrada Escritura.
Ø  Os termos que encontramos na Bíblia para designá-la são:

1.2  DIVISÃO
As línguas originais usadas para escrevê-la foram, no Antigo Testamento, o hebraico e, em poucos textos, o aramaico; no Novo Testamento, o grego. A grande divisão da Bíblia é o Antigo Testamento com 39 livros, e o Novo Testamento com 27 livros.
Além dessa grande divisão, há outra na qual os livros que compõem a Bíblia são classificados da seguinte maneira:
a)      Antigo Testamento
b)      Novo Testamento
c)      Os apócrifos

2. OLHANDO PARA O PECADO SEGUNDO AS ESCRITURAS.
Qualquer pessoa pode entregar-se ao estudo da Sagrada Escritura e tornar-se um sábio e exímio conhecedor do Texto Sagrado mesmo que não seja salvo.
Não devemos mergulhar no estudo da Santa e Sagrada Escritura a fim de encontrar apoio para a nossa vontade, mas para chegarmos ao conhecimento da vontade de Deus. A seguir desejo apresentar alguns benefícios que repousam sobre aqueles que estudam a Bíblia Sagrada de coração sincero:
a)      Ser convencido de pecado.
b)      Tristeza por conta do pecado.    
c)      Confissão por conta do pecado.
d)     Revoltar-se contra o pecado.
Estudo completo na pagina Doutrinas







terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Cuidado! Não caia

Cuidado! Não caia
Aquele, pois, que pensa estar em pé, veja que não caia.
Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitira que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com  a tentação vos proverá livramento, de sorte que a possais resistir.  (I Co.10:12,13)

É magnífico perceber o cuidado de Deus para conosco. Ele absolutamente cuida de nós. Nossos maiores desafios surgem de nossa falha humana. Desejamos o que não nos é permitido, os melhores de nós no mínimo sentem-se atraídos por paixões puramente carnais ou são ludibriados pelo péssimo sentimento de que são fortes e impecáveis. Ou quem sabe, suficientes diante das tentações. Assim o cuidado de Deus revela-se em advertir: “Aquele, pois, que pensa estar em pé, veja que não caia.” Evitemos  o fascínio do hedonismo, fujamos da idolatria egocêntrica como nos adverte o texto Sagrado nos versos 7-8, que possamos nos abster das murmurações e nos apeguemos ao cuidado de estarmos no centro da vontade de Deus, haja vista que:
“[...]Deus é fiel e não permitira que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com  a tentação vos proverá livramento, de sorte que a possais 

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Salmo 128: 1

Salmo 128: 1 a Sagrada Escritura afirma:
 "Bem-aventurado todo aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos."
     Nosso desejo é poder abençoar sua vida levando-o a andar nos caminhos do Senhor. Em nossas paginas você que visita nosso blog poderá buscar conforto em nossas reflexões ou mesmo ajuda teológica e ministerial nas páginas, sermões ou doutrinas. Além disso, você também poderá acompanhar nosso ministério a frente da Igreja Evangélica Congregacional de Mossoró e em suas orações ajudar-nos a permanecer no centro da vontade de Deus. 
     Deus seja sobre a sua vida. Pr. Joziran e família.